Não há como negar que os arquivos existem desde os tempos mais remotos. Desde a antiguidade, os registros já existiam. Muitas foram as transformações sofridas em relação às maneiras de se registrar a informação – do pergaminho até a era das novas tecnologias digitais- mas em todas as transformações ocorridas não há como negar a necessidade de identificar, organizar, classificar e buscar métodos e tecnologias para que essa documentação possa atender a deveres e direitos das empresas.

Nesse contexto, para proporcionar o tratamento adequado aos documentos, é necessário que essa documentação esteja sobre a responsabilidade do arquivista que é o profissional habilitado para trabalhar com os documentos, sejam estes analógicos (papel) ou digitais.

Compete ao arquivista, organizar, reunir, preservar, controlar e possibilitar acesso aos documentos e, por essas razões, a área de atuação desse profissional é bastante abrangente: agências governamentais, museus, hospitais, universidades, entidades filantrópicas, centros de documentação, sociedades anônimas e qualquer outro ambiente que produza e receba documentos em virtude do seu ramo de atuação.

Por essa razão, faremos uma série de postagens a respeito desse profissional, que embora ainda seja desconhecido em relação à formação, competência, é o profissional adequado para contribuir em relação a melhoria da massa documental que é acumulada nas empresas.

Nesse primeiro post, mostramos um pouco sobre quem é esse profissional e, para dar continuidade a esse assunto, nos demais textos abordaremos assuntos, na seguinte ordem: regulamentação da profissão, competências dos arquivistas e dos técnicos em arquivo e, para finalizar, será abordado questões sobre a formação do arquivista.

Uma boa leitura a todos.


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